O que Imbuia compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Imbuia compraram US$ 37,6 mil de outros países. É 48% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 72,4 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 212 cidades de Santa Catarina que importaram, Imbuia ficou em 191º lugar. No Brasil, em 2.085º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Cebolas, chalotas, alho comum, alho-porro e outros produtos…150 toneladasUS$ 37,6 mil100%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ArgentinaUS$ 37,6 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 215,3 mil
- 2022US$ 41,6 mil
- 2023US$ 70 mil
- 2024US$ 292,7 mil
- 2026 (até setembro)US$ 37,6 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Imbuia
Quanto Imbuia importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Imbuia (SC) compraram US$ 37,6 mil de outros países: 1 produto, de 1 país.
O que Imbuia mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Cebolas, chalotas, alho comum, alho-porro e outros produtos… (100%).
De quais países Imbuia mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Argentina (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.